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Cristalizações

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Olá. Depois de um intervalo no dia 7 de setembro, seguimos com as postagens.

Hoje vamos avançar mais um pouco, apresentando o conceito de cristalização, que depois vai se somar aos conceitos de distanciamento e de ciclos.

Proponho uma figura bem simples, quase infantil:


A pessoa tenta ficar dentro da sua Esfera, dali enviando seu "querer" para o meio exterior. Na superfície da Esfera, encontram-se pequenas ou grandes cristalizações, que prejudicam essa expansão do "querer". Como se fossem nódulos duros de algo que poderia ser bem mole, bem flexível. Ocorre-me uma semelhança quando a gente faz gelatina e ela "empedra".

No entendimento das Esferas, a cristalização foi construída pelo seu piloto. Quando? Nas ocasiões em que esse piloto fez alguém sofrer. Quando causou sofrimento. Pronto, cristalizou. E vai dificultar muito a utilização da Esfera, causando muitas vezes a expulsão do piloto, conforme descrevi no livro.

As cristalizações podem aumentar, caso o …
Vamos falar hoje sobre os mecanismos mais lentos.

Nossa referência é o enorme relógio que estaria gravado em nosso DNA, adquirido desde centenas de milhares de anos de evolução biológica. Em nossa programação estão gravadas centenas de milhões de repetições de dias e noites, de fases da Lua, de estações do ano. São ciclos que se repetem e criam gatilhos programados em nosso cérebro.

Ontem, falei com vocês dos ciclos da noite e do dia. Meus ciclos.

Tenho ciclos mensais. São os dias que se repetem ganhando dinheiro, pagando contas, descansando delas, acionando coisas atrasadas do mês anterior. O mês se divide em semanas, ou em fases da Lua, como queira. E tenho ciclos anuais, que se repetem como as estações: primavera - as promessas; verão, o fogo de fazer; outono - os efeitos por ter feito; o inverno - o recolhimento.

Eu tento anotar essas trajetórias. Na maior parte das vezes, eu me confundo. Atualmente, estou desanimado essa avaliação. Não a faço há tempos.

E vou ficando às cegas qua…
Hoje eu vou falar de um mecanismo que se repete em mim. São dois "modos de sentir" que se repetem nas 24 horas de um dia:

Aflito:
Eu acordo "pilhado", na aflição de fazer alguma coisa. Levanto muito cedo, tenho que fazer exercícios, café, trocar-me para trabalhar, a cabeça funcionando a mil - mil problemas, mil aflições, mil preocupações, mil medos.

Desesperado:
Ali pelas 2 da tarde, minha energia acaba. Também, pudera! Entra em ação um desespero de não ter feito, de ter feito algo errado. Encolho-me.

Aflito, de novo:
À noite, eu entro em atividade de novo. Se possível, estando em um ambiente seguro: casa, hotel, reunião de pessoas relativamente afins.

Desesperado, de novo:
Ao dormir, cansadíssimo, posso ter insônia, por causa do desespero. Mesmo dormindo pouco, o sono é profundo. De manhã, retomo o ciclo, aflito logo ao acordar.

É isso.

Quando eu era mais jovem, tinha mais energia para rodar esse ciclo, e tinha mais saúde para tampar o sofrimento dessa movimentaçã…
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E aquela "FECHADA" no trânsito?

Qual, Nelson? Aquela que eu dei ou aquela que deram em mim?

Pois é. Essa é a ideia louca da Esfera. Eu recebo o que eu dou.

- Ah, conversa fiada!

Parece mesmo. Fica o desafio: tente praticar distanciamento e ver quantas vezes você detona alguém no trânsito.

- Se eu não fizer isso, nem vou andar.

Bom, fica o convite. Eu não tenho as respostas. Eu só faço perguntas, sempre para mim mesmo. Estou reproduzindo aqui aquelas que eu me faço mais vezes, repetidamente.

Repetidamente.

Vamos falar de repetição, daqui a pouco. Na próxima, vamos falar do mecanismo que se repete me impede de viver dentro da minha Esfera. Só posso fazer esse relato a partir de minhas observações sobre mim mesmo, pois nunca conhecerei as movimentações de outras pessoas.

As imagens abaixo, obtidas da Agência Estado, em diversas datas, também falam de mim.

Como? Por quê? Aguarde.




Abraços!
O que é distanciamento?

Fácil de falar, difícil de fazer, é a atitude de eu me colocar como alguém que me assiste, como se eu pudesse ficar ao lado de mim mesmo, vendo-me fazer algo ou observando a mim mesmo enquanto eu sinto algo.

Fácil de falar, difícil de fazer. Algumas vezes, eu consigo. Outras muitas vezes, eu não consigo. Aprendi a ver alguns de meus comportamentos depois que eles aconteceram. Ainda é muito raro eu ver meus comportamentos enquanto eles estão ocorrendo, ali, ao mesmo tempo.

Na maioria das vezes, é depois. Depois de ter provocado aquela briga desnecessária. Depois de ter agredido sem necessidade. Depois de ter me desesperado, mais uma vez, sem nenhum motivo razoável. Depois de ter ficado com tanta raiva daquela pessoa que me agrediu, que me xingou, que me tratou mal.

Isso quando eu consigo ver depois. No mais das vezes, o sentimento me atinge como uma flecha que veio de algum lugar desconhecido. Aliás, eu nem vejo que fui atingido. Nem isso.

Essa cegueira me imped…
Olá. Este é o blog que eu criei para quem gostou de ler "As Esferas", que é uma obra de ficção científica e talvez política.

Para começar, eu devo dizer que, segundo a obra, existem duas possibilidades para qualquer pessoa:

1) Viver dentro de sua própria Esfera

2) Não viver dentro de sua própria Esfera.

O livro está disponível na Amazon e no Amazon KDP. Segue o link:

https://www.amazon.com.br/dp/B07H71T8JK

Neste blog, eu quero conversar sobre essas duas possibilidades. Tenho aprendido que o exercício de viver dentro de minha própria Esfera significa a mesma coisa que conhecer como eu me comporto, como eu funciono, como eu penso e como eu ajo de verdade, sem mentiras ou autoengano.

Tem dado certo? Muitas vezes, não. Algumas vezes, sim. Cada dia, um pouco mais. Como no futebol, tem partidas em que se batalha muito para fazer um golzinho só.

Tenho muito para contar sobre essa minha trajetória e sobre a metáfora das Esferas.

Aguardo vocês!