Vamos começar a explorar a relação entre os movimentos de um robô e nossa capacidade de observar esses movimentos automáticos em nós.
Pergunto-me há uns dez anos: eu consigo ver como eu funciono?

Hoje eu acho que sim.

Em resumo, se eu apenas deixar o meu robô funcionar, eu assim serei, o tempo todo: um aflito, que tem que fazer coisas para aparecer, e depois tenho que me recolher, aflito pelas consequências dos meus feitos.

Isso lá é vida?

Imagine o que eu amplifico na minha Esfera, agindo assim.

Eu entendo que tem Alguém, meu Eu, alma espírito, sei lá - tem como ver isso tudo de uma posição que me assiste e me controla. Um dono para o robô.

Um abraço,

Nelson

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